domingo, 25 de janeiro de 2015

Mutirão Para Plantar Árvores e Salvar o Planeta

 
 
Está sofrendo com o calor?... Falta de água?...

 
O Brasil perde cerca de 20 mil Km² de vegetação por ano devido ao desmatamento...e olha que somos um dos maiores países com cobertura vegetal do mundo... e consequência disso: extinção ou degradação de rios e lagos, desequilíbrio climáticos; dentre outros.
Não podemos esperar a ação dos gananciosos, ops, dos governantes, q há décadas nada fazem.

Somos mais de 200 milhões de habitantes no Brasil. Se cada um plantar uma árvore uma vez por ano com certeza estaríamos ajudando muito para conservação da vida e com perspectivas de um futuro melhor. O plantio de árvores favorece diretamente a: restabelecer a regularidade do clima, melhoria do ciclo hidrológico (porque acaba melhorando a regularidade de chuvas), redução da velocidade dos ventos, aumento da diversidade e quantidade da fauna nas cidades, especialmente de pássaros, melhoria das condições acústicas, diminuindo a poluição sonora, opções de recreação e lazer em parques, praças e jardins, entre outros..

Ou mudamos para Marte, qndo o caos tiver instalado... Ou mudamos de comportamento... Não há nenhuma outra saída....
Ou tem algum ser que dispensa o consumo de ar e água??

sábado, 27 de dezembro de 2014

Prefeitura de Itaocara (RJ) é condenada por despejo de esgoto no rio Paraíba do Sul



Além da prefeitura, a Cedae também será responsabilizada, em ação do MPF, caso continue lançando desejos sem tratamento na cidade
O Ministério Público Federal (MPF) em Campos dos Goytcazes (RJ) obteve sentença favorável em ação civil pública movida para interromper o lançamento de efluentes, sem tratamento, no meio ambiente, principalmente no rio Paraíba do Sul. Em caso de descumprimento, a prefeitura de Itaocara (RJ) e a Companhia Estadual de Águas e Esgotos (Cedae) serão multadas em R$ 1 mil por dia.
“Tanto o município de Itaocara quanto a Cedae, embora tentem esquivar-se da obrigação, possuem responsabilidade objetiva e solidária pelos danos ambientais causados pelo lançamento de efluentes sanitários, sem tratamento, no rio Paraíba do Sul”, destaca o procurador Eduardo Santos de Oliveira, autor da ação.
De acordo com o IBGE, Itaocara tem 23 mil habitantes e, de acordo com a Lei Estadual n° 2.661/96, os municípios com mais de 20 mil moradores deveriam elaborar e aprovar plano de coleta, transporte, tratamento e disposição de seus efluentes e resíduos sanitários para as cidades situadas na bacia do rio Paraíba do Sul.
“Não se pode, evidentemente, pensar em meio ambiente ecologicamente equilibrado e em saúde da população sem que se dê especial proteção a um dos recursos naturais mais preciosos: a água”, destacou o juiz federal substituto Vinícius Vieira Indarte, que proferiu a sentença favorável aos pedidos do MPF.
Campanha em prol do rio
Em outubro deste ano, o MPF lançou a campanha “No Fluxo da Vida: cada gota conta”, em prol do rio Paraíba do Sul. O objetivo da campanha é multiplicar-se física e virtualmente atingindo, ao longo do tempo, todos os municípios brasileiros, bem como promover, junto à população brasileira, uma mudança no modo de ver e tratar os recursos hídricos, já que impera a crença de que estes são abundantes e de todo o modo, renováveis. Com isto, espera-se contribuir com o uso comedido da água, evitando-se escassez, conflitos e racionamentos, implementando uma gestão eficiente do meio ambiente no concernente à água doce.

quarta-feira, 24 de dezembro de 2014

Falta Tratamento Esgoto

A falta desse tratamento já causa tremendas perdas econômicas e ambientais, pois prejudica a balneabilidade de rios e praias. Entretanto, a captação e o tratamento do esgoto doméstico decorrente da água que será fornecida,  o que comprometerá ainda mais a qualidade dos mananciais, rios, praias e mar, ou seja, a saúde ambiental da região.

segunda-feira, 22 de dezembro de 2014

Ao lado de onde será a Rio+20, favela joga parte de seu esgoto não tratado em rio


 
Localizada a menos de 5 quilômetros de onde será a Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável (Cnuds), a Rio+20, a comunidade de Francisco de Assis, em Jacarepaguá, na zona oeste do Rio, é uma das centenas de comunidades brasileiras que não têm sistema adequado de coleta e tratamento de esgoto.
Grande parte das casas da comunidade, que abriga cerca de mil pessoas, joga seu esgoto diretamente no Arroio Pavuna, rio que margeia a comunidade e desemboca na Lagoa de Jacarepaguá, em frente ao Riocentro, onde será a Rio+20.
A outra parte das moradias é atendida por um sistema de coleta. Ainda assim, pelo menos parte desses resíduos coletados acaba no rio, já que é jogado na rede de águas pluviais. A Agência Brasil constatou que há esgoto saindo da rede de drenagem da comunidade, mesmo em um dia sem chuvas.
Além da consequência mais evidente, que é a poluição de corpos hídricos [cursos d´água ou reservatórios] que cortam grande parte dos bairros de Jacarepaguá e da Barra da Tijuca, a falta de saneamento básico cria também problemas de saúde para a população.
Durante visita da Agência à comunidade, um grupo de cinco crianças brincava às margens do rio, que tem a aparência de um valão, de cor cinza, cheio de esgoto e lixo.
“Nessa favela, o esgoto vai todo para dentro desse rio. A gente tem medo de doença. Na minha casa, em abril do ano retrasado, a água veio na minha cintura. Um vizinho já pegou cólera e um outro teve hepatite”, conta a moradora Ginalva dos Santos, de 51 anos, que vive com dois filhos e cinco netos em uma casa ao lado do rio.
Maria do Carmo da Silva, de 65 anos, conta que joga o esgoto de sua casa direto no curso d’água.
“Tem muito mosquito. É uma coisa insuportável, a gente não consegue nem dormir direito. Acho que deveríamos ter saneamento. Seria o certo, né?”, questionou a moradora.
A líder comunitária Ana Maria Costa disse que a comunidade também tem problemas com infestações de ratos devido ao acúmulo de lixo nas margens do rio e que os moradores vêm “batalhando desde 2009 para conseguir fazer um saneamento básico direito”.
Responsável pelo saneamento na região, a Fundação Rio-Águas informou que a comunidade Francisco de Assis será atendida ainda neste semestre por um pacote de intervenções de manutenção de esgoto que está em licitação na prefeitura.
Entre as intervenções que serão feitas estão serviços de desobstrução e reparo na rede. Também será realizada vistoria para identificação de possíveis redes clandestinas de esgoto que estejam sendo jogadas no sistema de águas pluviais, que desemboca no rio.

domingo, 21 de dezembro de 2014

Tratar o esgoto antes de joga-lo no mar: estudo aponta alternativa para emissarios submarinos

emissario submarinoAlgumas cidades litorâneas brasileiras possuem sistemas de tratamento de esgoto sanitário que utilizam tubulações (emissários submarinos) para lançar efluentes domésticos ou industriais em grandes profundidades no oceano, devido à alta capacidade de dispersão de contaminantes pelo mar.
No entanto, ainda não há no país uma legislação que estabeleça qual pré-tratamento deve ser adotado pelos emissários submarinos e quais compostos presentes no esgoto precisam ser removidos antes de chegar ao mar, de modo a minimizar os impactos ambientais.
Um estudo de doutorado, realizado pelo oceanógrafo Eduardo Lucas Subtil no Departamento de Engenharia Hidráulica e Ambiental da Escola Politécnica da Universidade de São Paulo (USP), com Bolsa da FAPESP, apontou qual seria a melhor opção de pré-tratamento e o principal composto a ser removido no esgoto lançado por emissários submarinos com vazão elevada, como o de Santos, no litoral paulista.
A pesquisa concluiu que a aplicação de produtos químicos específicos, em um tratamento denominado “primário avançado”, seria capaz de remover os sólidos suspensos e elementos presentes no esgoto que passam pelo emissário submarino, como o fósforo.
Os resultados do estudo já começaram a despertar o interesse e podem servir de subsídio para órgãos de fiscalização ambiental elaborarem legislações específicas para emissários submarinos.
“Na maioria dos países já existem leis ambientais para isso. No Brasil, a primeira legislação que menciona emissários submarinos foi lançada em 2011 pelo Conama [Conselho Nacional do Meio Ambiente], que estabeleceu como tratamento mínimo obrigatório a remoção de 20% dos sólidos suspensos. Mas essa medida ainda é insuficiente para emissários submarinos de vazão elevada e localizados em regiões de circulação marinha restrita”, disse Subtil à Agência FAPESP.
De acordo com o pesquisador, a readequação do sistema de tratamento do esgoto lançado pelo emissário submarino de Santos representaria uma solução para manter o atual nível de vazão do sistema.
Administrado pela Sabesp, o emissário oceânico de Santos, instalado em 1978, com aproximadamente 4,5 mil metros de extensão, é o mais antigo do litoral paulista e o que apresenta maior vazão de esgoto.
Autorizado a lançar atualmente até 5,3 m3 de esgoto por segundo, o emissário não consegue dispersar adequadamente a carga de contaminantes que despeja no mar por meio do sistema de tratamento que utiliza hoje.
Do tipo preliminar, o sistema também adotado em outros emissários submarinos existentes no Brasil utiliza peneiras para retirar as partículas mais grossas da água e lança o restante no oceano por meio de um sistema difusor, localizado no final do emissário, que promove a diluição e a mistura do efluente com a água do mar.
Entretanto, com o aumento cada vez maior da vazão do emissário submarino e a configuração adotada com o tratamento preliminar do esgoto, o sistema se tornou incapaz de controlar e diminuir a concentração de fósforo, que em níveis excessivos na água no mar pode provocar o crescimento de algas tóxicas, a contaminação e morte de peixes e espécies vegetais, além de provocar odores desagradáveis.
“No caso do emissário submarino de Santos, o tratamento preliminar do esgoto se tornou insustentável. É preciso reduzir a vazão do emissário ou readequar o sistema de tratamento para continuar com a mesma capacidade de vazão autorizada. Isso seria a solução mais factível, até mesmo porque já existe uma rede de coleta de esgoto instalada”, disse Subtil.

sexta-feira, 19 de dezembro de 2014

Tratamento Esgoto




Um sonho, talvez não possível de alcançar totalmente do governo estadual, mas possível de se estruturar uma solução, é tirar o Estado do Rio da vergonhosa situação de ter apenas 60% de coleta de esgoto e menos de 25% de tratamento deste esgoto coletado. Isto significa que 85% do esgoto produzido diariamente vão parar in natura nos canais, rios, lagos e praias do estado. Além disso, pretendemos, em parceria com a Cedae, retomar a despoluição da Baía de Guanabara completou.



sábado, 13 de dezembro de 2014

Significado da Mata Atlântica?

Antes de entender como preservar é necessário entender o verdadeiro significado da Mata Atlântica. De acordo com a Fundação SOS Mata Atlântica pode ser definida como bioma natural de ecossistemas que possui desde presença de florestas tropicais até mangues. Considerado como um dos maiores conjuntos vegetativos quando o assunto é diversidade geográfica, vegetativa e até mesmo animal.

Neste sentido não é considerada somente como floresta do tipo atlântico, situado próxima do litoral brasileiro como também representa cadeias de processos ecológicos interligados entre si. Formações florestas contínuas estendidas até o serrado, os campos e a caatinga. Outro ponto que não pode ser ignorado esta no fato de que na região existem grandes árvores e dossel contínuo, com copas que se tocam. O bioma da Mata Atlântica possui total de 22 mil espécies, das quais nove mil são endêmicas e superam as encontradas na biodiversidade do Amazonas.

Porém, quase quatrocentas espécies de plantas e animais estão consideradas em extinção. A extensão territorial da Mata Atlântica compreende desde o Piauí até parte do Rio Grande do Sul, cobrindo assim dezessete estados. Seu formato original absorvia quinze por cento antes dos indígenas descerem ao norte do Brasil para colonizar a região. Grande parte da concentração está situada em São Paulo, no Valo do Ribeira.